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Automated test framework for AtendentePro chatbot agents

Project description

MonkAI Tester

Framework de testes automatizados para agentes de chatbot construídos com AtendentePro e OpenAI Agents SDK.

Valida respostas, tool calls, parâmetros e roteamento entre agentes, gerando relatórios de KPI com métricas de desempenho.

Usar em outro repositório?Guia: uso em outro repositório (instalação, dados, comandos e CI para agentes de IA).


Instalação

# Uso básico (modo service)
pip install monkai-tester

# Modo local (instanciar agentes com AtendentePro)
pip install "monkai-tester[local]"

# Auto-fetch de secrets do Azure Key Vault (uso interno MonkAI)
pip install "monkai-tester[keyvault]"

# Servidor FastAPI opcional
pip install "monkai-tester[server]"

Extras:

  • [local] — instala atendentepro para rodar os agentes localmente.
  • [keyvault] — instala monkai-keyvault para buscar AZURE_OPENAI_* (e a license do AtendentePro) do Azure Key Vault automaticamente. Sem este extra, defina AZURE_OPENAI_KEY e AZURE_OPENAI_ENDPOINT no ambiente/.env. (monkai-keyvault é interno e não está no PyPI público.)
  • [server] — instala FastAPI/uvicorn para o monkai-tester-server.

O pacote no PyPI público é distribuído como wheels compilados com Cython (código-fonte protegido), com builds para Linux, macOS e Windows em Python 3.11–3.13.


Ativação (licença)

A biblioteca requer um token de licença para uso (igual aos demais produtos MonkAI). Sem ativação, rodar o tester levanta LicenseNotActivatedError.

# via variável de ambiente (auto-ativa no import)
export MONKAI_TESTER_LICENSE_KEY="MTK_..."
# ou via código
from monkai_tester import activate
activate("MTK_...")
  • monkai-tester --help funciona sem licença.
  • Para obter um token, contato: contato@monkai.com.br.
  • Uso interno MonkAI: a chave vive no Azure Key Vault (MONKAI-TESTER-LICENSE-KEY).

Estrutura do pacote

O pacote monkai-tester expõe o comando monkai-tester (ou python -m monkai_tester). A estrutura do código-fonte no repositório é:

src/monkai_tester/
  __init__.py
  __main__.py                    # Permite rodar com python -m monkai_tester
  tester_local_service.py        # Orquestrador principal (entry point)
  utils.py                       # Leitura do CSV, execução do test suite, salvamento
  process_interaction.py         # Interação unificada (local via Runner.run / service via HTTP)
  validation_engine.py           # Motor de validação em 5 camadas (+ guardrail)
  match_answer_agent.py          # 7 agentes GPT de comparação semântica
  kpi_generator.py               # Geração de relatório de KPIs em JSON
  prompt_selector_flow.py        # Resolve a network do cliente (entry-point / manifesto) p/ modo local
  print_interactions_message.py  # Formatação de output no terminal
  check_atendentepro_license.py  # Validação da licença AtendentePro

Os casos de teste ficam em um diretório que você indica com --data-dir. Dentro dele, crie uma subpasta por cliente. O CSV de cada cliente pode ter um dos nomes (por ordem de preferência): Desempenho_<client>.csv (ex.: Desempenho_acme.csv), Desempenho_agentes_local.csv, ou ser o único arquivo .csv na pasta do cliente.

<data-dir>/
  acme/
    Desempenho_agentes_local.csv
  outro_cliente/
    Desempenho_outro_cliente.csv

Os resultados (CSV e JSON de KPI) são gravados em --output-dir (padrão: ./results).


Como funciona

Visao geral do fluxo

CSV de casos de teste (;-separated)
        |
        v
  utils.load_input_file()         -- le o CSV e retorna TestCaseRow[]
        |
        v
  utils.run_test_suite()          -- itera por grupo de ID, executa cada interacao
        |
        |--- modo "local"  --> process_interaction.process_interaction_local()
        |                        usa Runner.run() do OpenAI Agents SDK
        |                        contra a network do agente real
        |
        |--- modo "service" -> process_interaction.process_interaction_service()
        |                        envia HTTP POST para o endpoint deployado
        |
        v
  validation_engine.validate_test_case()   -- valida cada resposta em 5 camadas
        |
        |--- match_answer_agent3  --> compara parametros (GPT)
        |--- match_answer_agent5  --> compara nomes de tool calls (GPT)
        |--- match_answer_agent6  --> compara sender/agent name (GPT)
        |--- match_answer_agent4  --> compara conteudo semanticamente (GPT)
        |--- match_answer_agent7_guardrail --> compara veredito do guardrail (GPT)
        |
        v
  utils.save_results()            -- salva CSV de resultados
        |
        v
  kpi_generator.generate_comprehensive_report()  --> detailed_kpi_report.json

Modos de execucao

Modo Descricao Requer atendentepro? Requer endpoint deployado?
service Envia HTTP POST para o endpoint real (Azure Functions) e valida a resposta Nao Sim
local Instancia a network do agente localmente via Runner.run() e valida a resposta Sim Nao
both Executa primeiro local, depois service Sim Sim
auto Usa a coluna Type do CSV para decidir (Local ou Service) por grupo Depende Depende

Validacao em 5 camadas

Cada interacao passa pelas seguintes verificacoes (na ordem):

  1. Parametros -- os argumentos da tool call correspondem aos esperados? (via match_answer_agent3)
  2. Tool calls -- o nome da ferramenta chamada e o esperado? (via match_answer_agent5)
  3. Sender -- o agente que respondeu e o esperado? (via match_answer_agent6)
  4. Conteudo -- a resposta textual e semanticamente equivalente a esperada? (via match_answer_agent4)
  5. Guardrail -- o comportamento do agente bate com o veredito de guardrail esperado (decision / risk_level / category)? (via match_answer_agent7_guardrail)

Cada camada e pulada automaticamente quando o valor esperado esta vazio no CSV.

Quando a coluna Tester AI esta como TRUE, a comparacao e feita por um agente GPT (gpt-4.1 por padrão; configurável via AZURE_OPENAI_DEPLOYMENT). Se FALSE, a comparacao e feita por igualdade exata de string (vale para as 4 primeiras camadas; a camada de guardrail sempre roda via GPT por ser semantica).

Camada de guardrail e os 5 buckets do paper

A camada 5 implementa o framework descrito no paper "Static vs Specialist Guardrails" da MonkAI Research, que avalia guardrails em 5 buckets:

Bucket Tema
B1 Ataques (jailbreak, prompt injection, system prompt leak)
B2 PII / policy violation (CPF, CID, dados medicos, credenciais)
B3 Off-topic benigno (bitcoin, piadas, programacao, esporte)
B4 In-scope canonical (greetings, billing, scheduling, knowledge)
B5 Edge cases (short follow-up, language mix, sarcasm, ambiguo)

Cada caso de teste pode declarar um veredito esperado em 4 colunas opcionais do CSV:

Coluna Valores Default
Bucket B1 / B2 / B3 / B4 / B5 vazio
Guardrail_Decision allow / warn / escalate / block vazio (camada pulada)
Guardrail_Risk_Level none / low / medium / high / critical none
Guardrail_Category texto livre (ex: prompt_injection, pii_cpf) vazio

O KPI report agrega resultados por bucket (per_bucket) e expoe a taxonomia de falhas no campo failure_dimensions:

"failure_dimensions": {
  "tool_failure": 3,       // parameters ou tool_calls erradas
  "handoff_failure": 1,    // sender errado (roteamento entre agentes)
  "context_failure": 2,    // resposta divergente do esperado
  "guardrail_failure": 4   // veredito do guardrail inconsistente
}

Essa taxonomia e o sinal que o agent team /atendentepro-iterate usa para decidir em qual area da config aplicar o fix (tools / handoffs / prompts / politica de guardrail).

Agentes GPT de comparacao

O arquivo match_answer_agent.py contem 7 agentes especializados:

Agente Funcao Uso
Agent 1 Comparacao semantica ampla Disponivel para uso geral
Agent 2 Comparacao semantica estrita Disponivel para uso geral
Agent 3 Comparacao de parametros Usado pelo validation_engine (camada 1)
Agent 4 Comparacao de conteudo Usado pelo validation_engine (camada 4)
Agent 5 Comparacao de tool calls Usado pelo validation_engine (camada 2)
Agent 6 Comparacao de sender/agent Usado pelo validation_engine (camada 3)
Agent 7 Comparacao de veredito de guardrail Usado pelo validation_engine (camada 5)

Todos usam o deployment Azure OpenAI configurado via AZURE_OPENAI_DEPLOYMENT (default: gpt-4.1) com temperature=0 e retornam True ou False.


Sandbox (valide hipoteses de agente localmente)

O sub-comando sandbox roda cenarios curtos contra a rede real do cliente sem fazer deploy para dev. Use para validar fixes em ~30s / ~$0.02 por run.

Setup (uma vez)

# Variaveis obrigatorias (puxando do Key Vault)
export AZURE_OPENAI_KEY=$(az keyvault secret show --vault-name key-vault-monkai --name AZURE-OPENAI-KEY --query value -o tsv)
export AZURE_OPENAI_ENDPOINT=$(az keyvault secret show --vault-name key-vault-monkai --name AZURE-OPENAI-ENDPOINT --query value -o tsv)
export ATENDENTEPRO_LICENSE_KEY=$(az keyvault secret show --vault-name key-vault-monkai --name ATENDENTEPRO-LICENSE-KEY --query value -o tsv)
export ATENDENTEPRO_LICENSE_SECRET=$(az keyvault secret show --vault-name key-vault-monkai --name ATENDENTEPRO-LICENSE-SECRET --query value -o tsv)

# Instalar atendentepro no venv do monkai-tester
pip install atendentepro

Resolução da network (client-agnostic)

O sandbox não conhece nenhum cliente. A network de cada cliente é resolvida por um de dois mecanismos genéricos, que retornam uma AgentNetwork fresca:

Mecanismo Como expor no repo do cliente
Entry point monkai_tester.sandbox_networks <client> = "<pkg>.module:load_network" no pyproject.toml
Manifesto monkai_tester.networks.toml (na raiz passada por --monkai-services-root) tabela [sandbox_networks] com <client> = "dotted.module[:callable]"
# <services-root>/monkai_tester.networks.toml
[sandbox_networks]
acme = "acme_pkg.sandbox:load_network"

Onde vivem os scenarios

Os scenarios de cada cliente vivem no repositorio do cliente (nao aqui). Organize como preferir, por exemplo:

<repo-do-cliente>/.../<client>/sandbox/
├── scenarios/        # *.yaml scenarios
├── prompts/          # *.md prompt variants
└── reports/          # *.md run evidence

Rodar um scenario

cd /path/to/repo-do-cliente
monkai-tester-cli sandbox run .../sandbox/scenarios/group-62.yaml --monkai-services-root .

(--monkai-services-root aponta para a raiz com o monkai_tester.networks.toml; pode também vir de MONKAI_SERVICES_ROOT. Dispensável se o cliente registra via entry point.)

Esperado: tabela com sender match por turn + relatorio markdown em ../reports/.

Listar transformacoes disponiveis

monkai-tester-cli sandbox list-variants

Validar um cenario sem rodar

monkai-tester-cli sandbox validate <path-to-scenario.yaml>

Design completo: BeMonkAI/Azure-Servers/docs/superpowers/specs/2026-04-12-monkai-tester-sandbox-skill-design.md.

Resposta da API em modo service

Para que a validação de Tool_calls e Parameters do CSV funcione em modo service, o endpoint pode retornar na resposta JSON os campos opcionais tool_calls e tool_parameters:

  • Onde: se a resposta tiver agent_response (formato Teams-style), o tester lê agent_response.tool_calls e agent_response.tool_parameters. Caso contrário, lê tool_calls e tool_parameters no objeto raiz da resposta.
  • tool_calls: lista de nomes de ferramentas (strings), ex.: ["minha_ferramenta"], ou lista de objetos com "name" e opcionalmente "arguments" (string JSON), ex.: [{"name": "minha_ferramenta", "arguments": "{\"x\": 1}"}].
  • tool_parameters (opcional): objeto com parâmetros agregados. Se não for enviado, os parâmetros podem ser derivados dos arguments dos objetos em tool_calls quando existirem.

Respostas sem esses campos continuam válidas; a validação de Tool_calls/Parameters só é feita quando o tester conseguir extrair tool_calls da resposta.


Como rodar localmente

Pre-requisitos

  1. Python 3.11+

  2. Azure Key Vault (obrigatório para as chaves Azure OpenAI): o tester busca do Key Vault (via monkai-keyvault) as chaves que ele usa e que existem no vault. Para essas chaves, o Key Vault tem prioridade sobre .env/ambiente.

    • Obrigatórias via Key Vault (Azure OpenAI): AZURE_OPENAI_KEY, AZURE_OPENAI_ENDPOINT
    • Também buscada do Key Vault (se existir): ATENDENTEPRO_LICENSE_KEY

    O restante pode ficar em .env/ambiente (por exemplo: AZURE_OPENAI_API_VERSION, AZURE_OPENAI_DEPLOYMENT, ATENDENTEPRO_LICENSE_SECRET, e as URLs de endpoint por cliente como ${<CLIENT>_API_URL}, etc.).

  3. Instalar o pacote (veja Instalação acima). Para modo local use pip install monkai-tester[local].

Testar contra o endpoint em producao

O modo service envia cada mensagem do CSV para o endpoint HTTP (Azure Function). Para usar o endpoint de producao:

  1. Configure no Azure Key Vault pelo menos AZURE_OPENAI_KEY e AZURE_OPENAI_ENDPOINT. As URLs do modo service (${<CLIENT>_API_URL}) podem estar no .env se você preferir.

  2. Execute em modo service (o placeholder ${<CLIENT>_API_URL} do CSV é substituído automaticamente pelo valor da variável). É obrigatório informar o diretório dos dados com --data-dir:

monkai-tester --mode service --client acme --data-dir /caminho/para/data

Ou com o módulo Python:

python -m monkai_tester --mode service --client acme --data-dir /caminho/para/data

Para qualquer cliente, configure a URL de endpoint correspondente (<CLIENT>_API_URL) no Azure Key Vault ou no .env e use --client <client>. Não é necessário editar o CSV; os placeholders são resolvidos com os valores carregados do Key Vault/ambiente.

Comandos

O argumento --data-dir é obrigatório: deve ser o diretório base que contém uma subpasta por cliente (ex.: acme/), cada uma com um CSV (convenção: Desempenho_<client>.csv ou Desempenho_agentes_local.csv, ou um único .csv na pasta).

Testar todos os clientes em modo service

monkai-tester --mode service --client all --data-dir /caminho/para/data

Testar apenas um cliente em modo service

monkai-tester --mode service --client acme --data-dir /caminho/para/data

Testar em modo local (instancia os agentes diretamente)

Requer monkai-tester[local] e, em geral, --monkai-services-root apontando para o repositório que contém as networks dos agentes:

monkai-tester --mode local --client acme --data-dir /caminho/para/data --monkai-services-root /caminho/para/monkai_services

Testar ambos os modos (local + service)

monkai-tester --mode both --client all --data-dir /caminho/para/data --monkai-services-root /caminho/para/monkai_services

Usar um CSV customizado

monkai-tester --mode service --csv /caminho/para/meus_testes.csv --client acme --data-dir /caminho/para/data

Salvar resultados em diretório específico

monkai-tester --mode service --client all --data-dir /caminho/para/data --output-dir ./meus_resultados

Ajustar timeout e desabilitar TLS

monkai-tester --mode service --client all --data-dir /caminho/para/data --timeout 90 --skip-tls-verify

Limitar número de grupos de teste

monkai-tester --mode service --client all --data-dir /caminho/para/data --limit 5

Benchmark de múltiplos modelos

Roda a suite completa para cada modelo listado. Em service mode, passa model_override no payload HTTP:

monkai-tester --mode service --client acme --data-dir /caminho/para/data --models gpt-4.1 gpt-4o-mini gpt-5-mini

Cada modelo gera seu próprio CSV e JSON de KPI, nomeados com o label do modelo.

Isolar sessões com session-prefix

Prefixa campos de identificação do usuário no payload para evitar contaminação de sessão entre testes paralelos. Quais campos são prefixados é configurável via --session-prefix-fields (dot-notation):

# Teams-style (default: from.email, from.aadObjectId, from.id)
monkai-tester --mode service --client acme --data-dir /caminho/para/data --session-prefix bench-4o

# WhatsApp-style (prefixar sender_phone)
monkai-tester --mode service --client acme --data-dir /caminho/para/data --session-prefix bench-4o --session-prefix-fields data.sender_phone

# Generic webhook (prefixar user.email e user.id)
monkai-tester --mode service --client acme --data-dir /caminho/para/data --session-prefix bench-4o --session-prefix-fields user.email user.id

# Automático em benchmark mode (--models): cada modelo recebe prefix baseado no nome
monkai-tester --mode service --client acme --data-dir /caminho/para/data --models gpt-4o gpt-4.1
# gpt-4o → prefix "gpt4o", gpt-4.1 → prefix "gpt41"

Todos os argumentos CLI

Argumento Valores Default Descrição
--mode local, service, both, auto service Modo de execução
--client nome do cliente (subpasta em --data-dir) ou all all Cliente a testar
--data-dir caminho para diretório (obrigatório) Diretório base com subpastas por cliente e CSVs
--csv caminho para arquivo (auto por cliente) CSV específico (sobrescreve lookup por cliente)
--output-dir caminho para diretório ./results Diretório para resultados e relatório KPI
--timeout float (segundos) 60.0 Timeout HTTP para modo service
--skip-tls-verify flag false Desabilita verificação TLS
--limit inteiro (nenhum) Executa apenas os primeiros N grupos de teste (por ID)
--monkai-services-root caminho (nenhum) Caminho para monkai_services (recomendado para modo local)
--models lista de specs (nenhum) Benchmark: roda a suite completa para cada modelo. Formato: model[:provider[:base_url:api_key]]. Em service mode, passa model_override no payload HTTP. Em local mode, reconfigura o AI provider. Ex.: --models gpt-4.1 gpt-4o-mini
--session-prefix string (nenhum) Prefixa campos de identidade no payload para isolar sessões. Campos configuráveis via --session-prefix-fields. Em benchmark mode (--models), auto-gera prefix por modelo. Ex.: --session-prefix bench-4o
--session-prefix-fields lista de paths from.email from.aadObjectId from.id Paths dot-notation dos campos a prefixar. Ex.: --session-prefix-fields data.sender_phone (WhatsApp-style) ou user.email user.id (generic webhook)
--service-client-id string (nenhum) Em modo service, anexa ?client_id=<id> à API URL (exigido por adapters Teams-style que roteiam por client_id)

Exit code

O processo retorna 0 se todos os testes passaram e 1 se algum falhou. Isso permite uso em CI/CD para falhar o pipeline automaticamente.


Formato do CSV de casos de teste

O CSV usa separador ;. Cada linha representa uma interacao de uma conversa. Linhas com o mesmo ID compoem uma sequencia de conversa (multi-turn).

Coluna Descricao
Test TRUE/FALSE -- se a linha deve ser executada
Tester AI TRUE/FALSE -- se a validacao usa agente GPT (semantica) ou comparacao exata
Type Local ou Service -- usado quando --mode auto
API_URL URL do endpoint para modo service
HEADERS Cabecalhos HTTP (dict Python como string)
DATA_TEMPLATE Template JSON do corpo da requisição; User_message é injetado em attachments[0].content (Teams-style), data.text (WhatsApp-style) ou message (generic webhook), por ordem de precedência
Repeat Numero de repeticoes do teste
ID Identificador do grupo de conversa (linhas com mesmo ID = mesma conversa)
Label Rotulo livre para identificar o teste
First_message Primeira mensagem da conversa (ex.: token de reset de sessao)
User_message Mensagem do usuario para aquela interacao
Agent_From Agente de origem esperado
Agent_to Agente de destino esperado (usado na validacao de sender)
Tool_calls Nome da ferramenta esperada
Parameters Parametros esperados na chamada da ferramenta
Interaction Numero sequencial da interacao dentro do grupo
AI_message_official Resposta esperada do agente (usada na validacao de conteudo)
Agent_File Arquivo .py do agente (usado pela UI, opcional)
Agent_Name Nome do objeto do agente (usado pela UI, opcional)

Placeholders no CSV

Qualquer valor no CSV (API_URL, DATA_TEMPLATE, HEADERS, etc.) pode usar placeholders no formato ${NOME_VAR}. Eles são substituídos em tempo de execução pela variável de ambiente de mesmo nome (os.environ.get("NOME_VAR", "")). Exemplo: ${ACME_API_URL}. Nenhum cliente precisa de código específico: defina a variável no ambiente ou no Key Vault e use no CSV (ex.: API_URL = "${ACME_API_URL}").


Saidas geradas

Após a execução, o diretório de output (default ./results ou o valor de --output-dir) conterá:

1. CSV de resultados

Arquivo: results_{client}_{mode}_{timestamp}.csv

Contem uma linha por interacao testada com todas as colunas de entrada e validacao:

Coluna Descricao
test_id ID do grupo
label Rotulo do teste
interaction Numero da interacao
user_message Mensagem enviada
expected_message Resposta esperada
actual_message Resposta real do agente
expected_sender / actual_sender Agentes esperado e real
expected_tool_calls / actual_tool_calls Tool calls esperadas e reais
parameters_match True / False / None
tool_calls_match True / False / None
sender_match True / False / None
content_match True / False / None
overall_pass True se todas as camadas passaram
errors Descricao dos erros encontrados
latency_seconds Tempo de resposta
input_tokens / output_tokens Uso de tokens

2. Relatorio de KPI

Arquivo: detailed_kpi_report_{client}_{mode}_{timestamp}.json

Exemplo de conteudo:

{
  "generated_at": "2026-03-04T14:30:00Z",
  "overall": {
    "total_interactions": 7,
    "passed": 5,
    "failed": 2,
    "pass_rate": 0.7143,
    "fail_rate": 0.2857
  },
  "error_distribution": {
    "content_failures": 1,
    "sender_failures": 1,
    "tool_call_failures": 0,
    "parameter_failures": 0
  },
  "latency": {
    "mean_seconds": 3.45,
    "median_seconds": 2.80,
    "p95_seconds": 7.12,
    "max_seconds": 8.50,
    "min_seconds": 0.95
  },
  "token_usage": {
    "total_input_tokens": 12500,
    "avg_input_tokens": 1785.7,
    "total_output_tokens": 3200,
    "avg_output_tokens": 457.1
  },
  "per_test_group": [...],
  "per_agent": [...]
}

Publicação (CI/CD)

O pacote é publicado em dois canais, ambos disparados em push para main quando a versão em pyproject.toml muda:

Canal Workflow Formato Uso
PyPI público .github/workflows/publish.yml Wheels Cython-compilados (Linux/macOS/Windows × Python 3.11–3.13), código-fonte protegido pip install monkai-tester para qualquer consumidor
Azure Artifacts .github/workflows/publish_azure.yml py3-none-any pure-Python (MONKAI_TESTER_SKIP_CYTHON=1) Consumo interno rápido (Railway, subagents /atendentepro-iterate)

.github/workflows/ci-deploy-ready.yml roda os checks (ruff + pytest) antes de publicar, em modo pure-Python.

macOS arm64: o Cython não cross-compila no CI. Esses wheels são buildados localmente e enviados ao PyPI manualmente (ver "Release Process" no CLAUDE.md). Cada wheel passa por scripts/verify_wheel.py (garante zero vazamento de .py-fonte).

Secrets necessários no GitHub

Secret Para Descrição
PYPI_API_TOKEN PyPI público API token com escopo no projeto monkai-tester
AZURE_ARTIFACTS_PAT Azure Artifacts PAT com permissão Packaging (Read & Write)
AZURE_ORG Azure Artifacts Organização no Azure DevOps
AZURE_PROJECT Azure Artifacts Projeto (ex.: MonkAI)
AZURE_FEED Azure Artifacts Feed (ex.: strava_feed)

Para rodar os testes (modo service ou local) em outro repositório ou em CI, use os mesmos secrets e variáveis descritos na seção Pré-requisitos (AZURE_OPENAI_KEY, AZURE_OPENAI_ENDPOINT, as URLs de endpoint por cliente ${<CLIENT>_API_URL}, ATENDENTEPRO_*, etc.).


Clientes e resolução de network

O monkai-tester é uma biblioteca genérica e não carrega o nome de nenhum cliente. Em modo service basta uma subpasta por cliente em --data-dir com o CSV e a URL do endpoint resolvida por placeholder (${<CLIENT>_API_URL}).

Em modo local (instanciar a network via Runner.run()), o tester resolve a network do cliente por um de dois mecanismos genéricos — a fiação vive sempre no repositório do cliente, nunca aqui:

Mecanismo Quando usar Como expor no repo do cliente
Entry point monkai_tester.networks Cliente é um pacote pip instalável Registrar no pyproject.toml: [project.entry-points."monkai_tester.networks"]<client> = "<pkg>.tester_plugin:load_network"
Manifesto Cliente vive em disco (ex.: app de Azure Functions), acessado via --monkai-services-root Criar um monkai_tester.networks.toml na raiz, com uma tabela [networks] mapeando <client> = "dotted.module[:callable]" (callable default load_network)

O manifesto mantém o tester desacoplado do layout do consumidor: o caminho do módulo (ex.: client_resources.<client>.tester_network:load_network) vive no manifesto do cliente, nunca na biblioteca. Exemplo:

# <services-root>/monkai_tester.networks.toml
[networks]
acme = "acme_pkg.networks.acme:load_network"

Em ambos os casos, o loader não recebe argumentos e retorna (starting_agent, context). A configuração do Azure OpenAI e a ativação do AtendentePro são feitas pelo tester antes do loader rodar.


Como adicionar novos casos de teste

  1. Abra o CSV correspondente no seu --data-dir, em {client}/ (nome: Desempenho_{client}.csv ou Desempenho_agentes_local.csv, ex.: data/acme/Desempenho_agentes_local.csv ou data/acme/Desempenho_acme.csv).
  2. Adicione novas linhas seguindo o formato descrito acima.
  3. Para conversas multi-turn, use o mesmo ID e incremente a coluna Interaction.
  4. Defina First_message apenas na primeira interação (normalmente o token de reset como Monkai12345).
  5. Preencha as colunas de validação (Agent_to, Tool_calls, Parameters, AI_message_official) com os valores esperados.
  6. Colunas de validação vazias são ignoradas (a camada correspondente não é executada).

Exemplo: teste de conversa multi-turn

ID=10; Interaction=1; First_message=Monkai12345; User_message=Qual IVA de Energia?
ID=10; Interaction=2; User_message=Consumo; Agent_to=Interview Agent
ID=10; Interaction=3; User_message=ICMS; Agent_to=Answer Agent; AI_message_official=O codigo e E4

Troubleshooting

"ATENDENTEPRO - TOKEN INVÁLIDO" (modo local)

A licença do AtendentePro não foi aceita. Para validar a chave sem rodar os testes:

python -m monkai_tester.check_atendentepro_license

O script lê ATENDENTEPRO_LICENSE_KEY e ATENDENTEPRO_LICENSE_SECRET (do Key Vault ou do ambiente, conforme --source) e informa se a licença é válida. A partir da v0.6.20+ do atendentepro o SECRET é obrigatório. Configure-as no Azure Key Vault ou entre em contato com a MonkAI (contato@monkai.com.br) para obter um token válido.

"CSV not found"

Os CSVs devem estar no diretório indicado por --data-dir, em subpastas por cliente. Convenção de nome: Desempenho_<client>.csv ou Desempenho_agentes_local.csv, ou um único .csv na pasta do cliente. Verifique se --data-dir está correto ou use --csv para apontar para um arquivo específico.

"No starting_agent for local mode"

O modo local precisa instanciar os agentes. Verifique que atendentepro está instalado e que ATENDENTEPRO_LICENSE_KEY e ATENDENTEPRO_LICENSE_SECRET estão configurados no Azure Key Vault.

"GPT call failed" na validacao

A validação semântica usa Azure OpenAI (deployment configurado em AZURE_OPENAI_DEPLOYMENT). Verifique que AZURE_OPENAI_KEY e AZURE_OPENAI_ENDPOINT estão definidos e que o recurso tem o deployment correto.

Timeout em modo service

Aumente o timeout com --timeout 120 ou verifique se o endpoint esta acessivel. Use --skip-tls-verify se houver problemas de certificado.

Placeholders ${VAR} no CSV

Os CSVs podem conter placeholders no formato ${NOME_VAR} (ex.: ${ACME_API_URL}). Eles são substituídos pelos valores das variáveis de ambiente de mesmo nome ao carregar o CSV. Configure as variáveis no ambiente ou no Key Vault; variável não definida é substituída por string vazia.

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BLAKE2b-256 dacd74b46a9a073a003ab6b16179a16c48dd7f834b5e78e6c43788b0ca5aaec6

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BLAKE2b-256 056dd97791df066756907d526b8d7934351f7bf93a99c5def1a219dcf46773e8

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BLAKE2b-256 e86afd999b00fe73afd5b66acb1ebed9ca50ac9dee53f753626790c5eb07da9d

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MD5 33aea160e13b6f2bb1254b37ad968ae2
BLAKE2b-256 45a5c5b82dbeddb4686d54ed8c2448a73f910d2757f49771c58c7e9aa38a0855

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